Penso em Agar, a que conversava com anjos.
A água escapou-lhe do odre, e ela estava sozinha
No deserto, com seu tenro filho.
Porém, ela continuou no deserto por muitos e longos anos,
Sobreviveu ao sol escaldante, à sede...
Porque seus olhos foram abertos para enxergar a água
Que escorria, murmurejante, da Pedra.
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10.5.13
Poema Evangélico - Presença
Lendo o Salmo noventa, tive um vislumbre da glória do Senhor.
Ele habita em luz inacessível, no âmago da escuridão silenciosa;
Para Ele o universo entoa sua canção, e toda a vastidão do cosmos vibra,
Pulsa em cadências de fantásticas energias.
Há um ritmo de estrelas que se dissolvem num alento final de luz,
E emudecem, encerrando em seu ventre um poder tão grandioso
Que não podemos sequer imaginar.
Todas estas harmonias compõem a música na qual Ele se deleita.
O universo inteiro é o trono da Sua presença.
O Senhor santifica a imensidão,
Sua doce respiração percorre as alamedas vazias do universo;
Há uma palpitação de amor sustentando a morada das constelações.
Bom seria,ó Deus, navegar em ti,
Sobre as tuas asas mergulhar na escuridão,
Acompanhar um raio de luz prateada no seu périplo em teu reino.
Porém, Tu nos contemplas – a obra de tuas mãos!
Observas as nossas imperfeições, e não te agradas da nossa incapacidade.
Então, envias o teu filho, teu único e precioso filho,
Para que habite conosco, em nosso próprio espírito.
E, assim, santificados nesta presença, podemos, enfim, ser um contigo.
Posso sentir em meu espírito a palpitação das tuas grandezas;
Posso habitar em teu universo.
Senhor, Tu tens suportado a iniquidade dos homens,
Porém, o ruído da transgressão cessará, e a eternidade
E o júbilo infindo permanecerão.
Veremos face à face a tua maravilha. Ó perfeito gozo!
Para sempre o esposo e a esposa na eterna vibração do amor.
Ele habita em luz inacessível, no âmago da escuridão silenciosa;
Para Ele o universo entoa sua canção, e toda a vastidão do cosmos vibra,
Pulsa em cadências de fantásticas energias.
Há um ritmo de estrelas que se dissolvem num alento final de luz,
E emudecem, encerrando em seu ventre um poder tão grandioso
Que não podemos sequer imaginar.
Todas estas harmonias compõem a música na qual Ele se deleita.
O universo inteiro é o trono da Sua presença.
O Senhor santifica a imensidão,
Sua doce respiração percorre as alamedas vazias do universo;
Há uma palpitação de amor sustentando a morada das constelações.
Bom seria,ó Deus, navegar em ti,
Sobre as tuas asas mergulhar na escuridão,
Acompanhar um raio de luz prateada no seu périplo em teu reino.
Porém, Tu nos contemplas – a obra de tuas mãos!
Observas as nossas imperfeições, e não te agradas da nossa incapacidade.
Então, envias o teu filho, teu único e precioso filho,
Para que habite conosco, em nosso próprio espírito.
E, assim, santificados nesta presença, podemos, enfim, ser um contigo.
Posso sentir em meu espírito a palpitação das tuas grandezas;
Posso habitar em teu universo.
Senhor, Tu tens suportado a iniquidade dos homens,
Porém, o ruído da transgressão cessará, e a eternidade
E o júbilo infindo permanecerão.
Veremos face à face a tua maravilha. Ó perfeito gozo!
Para sempre o esposo e a esposa na eterna vibração do amor.
Poema Evangélico - Perseverança
A verdade tem de ser tão simples
Como as estações que vem e vão,
Sem desapontar-nos nem uma vez;
No devido tempo, aqui elas estão.
A verdade tem de ser como a flor
Que se atira na terra como semente,
E, contendo em si a futura cor,
No seu tempo desabrocha, não mente.
Não deixemos nunca de buscá-la!
No coração a pedir e com as mãos a bater
Em sua porta, haveremos de encontrá-la.
Pois mais fiel e verdadeiro não há
Do que aquele que já nos fez saber:
Pedi, e recebereis; batei, e abrir-se-vos-á.
Como as estações que vem e vão,
Sem desapontar-nos nem uma vez;
No devido tempo, aqui elas estão.
A verdade tem de ser como a flor
Que se atira na terra como semente,
E, contendo em si a futura cor,
No seu tempo desabrocha, não mente.
Não deixemos nunca de buscá-la!
No coração a pedir e com as mãos a bater
Em sua porta, haveremos de encontrá-la.
Pois mais fiel e verdadeiro não há
Do que aquele que já nos fez saber:
Pedi, e recebereis; batei, e abrir-se-vos-á.
20.4.13
Poema Evangélico - Tua Palavra
Não posso afastar-me, nunca, de tua palavra, oh Senhor!
Ela é o porto seguro onde busco sempre ancorar o navio de minha dúvida.
Tu a puseste ao alcance de cada homem,
E a ela podemos sempre retornar após um dia difícil.
Eu a quero ao meu lado, constantemente,
Meu coração sempre disposto a buscá-la,
Ainda quando a dúvida vier nele a se instalar;
Destarte, meus ouvidos estarão atentos à tua voz.
Tua voz, tua palavra, purifica-me de toda impureza,
Aconselha-me sem cessar e jamais me abandona.
Com a tua palavra preencherei cada espaço vazio do meu coração,
Com ela combaterei as trevas que avançam.
Fala comigo, então, ó Senhor, sempre que eu te buscar!
Não emudeças, não permitas que eu ande em círculos;
Nunca jamais me abandones,
Pois meus pés apressam-se para o mal,
E o meu coração busca sempre o que não lhe convém.
Porém, se eu escutar a Tua voz não estarei sozinho
Combatendo a lei do mal em meus próprios membros.
Abrirei as janelas para que entre a tua luz, permitirei que me ensines.
E isto é tudo o que exiges de mim:
Que eu te ouça, que não feche meus ouvidos.
“Se quereis perguntar, perguntai. Voltai, vinde”.
Ela é o porto seguro onde busco sempre ancorar o navio de minha dúvida.
Tu a puseste ao alcance de cada homem,
E a ela podemos sempre retornar após um dia difícil.
Eu a quero ao meu lado, constantemente,
Meu coração sempre disposto a buscá-la,
Ainda quando a dúvida vier nele a se instalar;
Destarte, meus ouvidos estarão atentos à tua voz.
Tua voz, tua palavra, purifica-me de toda impureza,
Aconselha-me sem cessar e jamais me abandona.
Com a tua palavra preencherei cada espaço vazio do meu coração,
Com ela combaterei as trevas que avançam.
Fala comigo, então, ó Senhor, sempre que eu te buscar!
Não emudeças, não permitas que eu ande em círculos;
Nunca jamais me abandones,
Pois meus pés apressam-se para o mal,
E o meu coração busca sempre o que não lhe convém.
Porém, se eu escutar a Tua voz não estarei sozinho
Combatendo a lei do mal em meus próprios membros.
Abrirei as janelas para que entre a tua luz, permitirei que me ensines.
E isto é tudo o que exiges de mim:
Que eu te ouça, que não feche meus ouvidos.
“Se quereis perguntar, perguntai. Voltai, vinde”.
Poema Evangélico - Súplica
Deus meu, que conheces as respostas.
Tu, Senhor, que avalias os caminhos dos homens
E consideras as razões do seu coração.
Deus meu, a ti estendo, em súplica, as minhas mãos,
Imploro o Teu perdão e a Tua luz
Para os meus caminhos tão obscurecidos.
Parado estou à beira desta estrada,
Na encruzilhada da vida,
Sem saber para onde dirigir os meus passos.
Meu coração está pesado, minhas costas vergam,
Os joelhos vacilam – eu arquejo
Sob esta carga ingente!
Se, no entanto, pretender depô-la,
E, por um segundo, respirar aliviado,
E, por um instante, repousar meus olhos na paisagem...
Não consigo, Senhor!
Pois este fardo tão pesado tornou-se parte de mim,
Está firmemente atado às minhas costas.
Como o mosquito que prendeu a si mesmo na teia da aranha,
Da mesma forma eu fiquei preso nas consequências de meus erros.
Desmancha esta teia, meu Deus, com um sopro
Da Tua boca, com um simples olhar!
Tira de meus pulsos as algemas e as pesadas correntes,
Pois sou por elas conduzido para onde não quero ir.
Restaura, Senhor, a minha vida
E faz-me andar na plenitude da Tua bondade.
Pois Tu, ó Deus, permitiste que nas minhas tribulações
Eu pudesse ainda aprender valiosas lições.
Que eu tome alento, então, antes que passe como a sombra.
Leva-me para junto das águas de descanso,
Para os verdes prados onde o alimento é abundante.
Tu, Senhor, que avalias os caminhos dos homens
E consideras as razões do seu coração.
Deus meu, a ti estendo, em súplica, as minhas mãos,
Imploro o Teu perdão e a Tua luz
Para os meus caminhos tão obscurecidos.
Parado estou à beira desta estrada,
Na encruzilhada da vida,
Sem saber para onde dirigir os meus passos.
Meu coração está pesado, minhas costas vergam,
Os joelhos vacilam – eu arquejo
Sob esta carga ingente!
Se, no entanto, pretender depô-la,
E, por um segundo, respirar aliviado,
E, por um instante, repousar meus olhos na paisagem...
Não consigo, Senhor!
Pois este fardo tão pesado tornou-se parte de mim,
Está firmemente atado às minhas costas.
Como o mosquito que prendeu a si mesmo na teia da aranha,
Da mesma forma eu fiquei preso nas consequências de meus erros.
Desmancha esta teia, meu Deus, com um sopro
Da Tua boca, com um simples olhar!
Tira de meus pulsos as algemas e as pesadas correntes,
Pois sou por elas conduzido para onde não quero ir.
Restaura, Senhor, a minha vida
E faz-me andar na plenitude da Tua bondade.
Pois Tu, ó Deus, permitiste que nas minhas tribulações
Eu pudesse ainda aprender valiosas lições.
Que eu tome alento, então, antes que passe como a sombra.
Leva-me para junto das águas de descanso,
Para os verdes prados onde o alimento é abundante.
Poema Evangélico - Provação
Ó Senhor... Tu sabes o que me falta;
Conheces a extensão do meu vazio,
Pois foste Tu que enjaulaste
Em mim esta fome.
E eu tenho que aprender a viver faminto
Na Tua presença.
Conheces a extensão do meu vazio,
Pois foste Tu que enjaulaste
Em mim esta fome.
E eu tenho que aprender a viver faminto
Na Tua presença.
2.2.13
Poema Evangélico - Paz na Terra
Vi ontem a bandeira ondulante
Acima das cabeças de milhares do Teu povo;
Uma bandeira alva na noite iluminada por holofotes.
JESUS REINA.
No âmago da floresta mais densa repousaremos
Tranquilos, cobertos pelo Teu doce amor.
Acima das cabeças de milhares do Teu povo;
Uma bandeira alva na noite iluminada por holofotes.
JESUS REINA.
No âmago da floresta mais densa repousaremos
Tranquilos, cobertos pelo Teu doce amor.
Poema Evangélico - Paisagem Máxima
Diante de meus olhos estendem-se os céus que o Senhor estabeleceu,
A grande tela esticada na qual a mão do Mestre-Pintor
Executa as mais perfeitas aquarelas e os óleos mais refinados
A cada manhã, a cada entardecer.
Todos estes quadros, ó Deus, trazem a tua assinatura,
E é também assim que os homens te reconhecem,
Pois Tu os convidas, a cada dia, para um novo “vernissage”
Na galeria da terra inteira,
Onde penduras as Tuas obras no próprio firmamento!
Tu utilizas pincéis de nuvens, de atmosfera e de vento,
E corantes de sóis para compor estas obras-primas
Que se renovam perpetuamente, a cada novo dia.
Os pobres não precisam frequentar as galerias de arte,
Basta-lhes abrir a janela e contemplar a pintura restaurada
Da natureza celestial, estendida na amplidão
E emoldurada pela terra verde e castanha.
De repente, os pássaros irrompem no teu quadro,
A ele acrescentando o seu voo,
Com círculos precisamente desprovidos de sentido.
Ao teu chamado passam a fazer parte da tela celestial.
Contemplamos, oh Deus eterno, Tua mutável criação,
A renovada beleza da obra de Tuas mãos,
Com nossos corações pulsando em júbilo sob o céu.
Louvamos a Ti,
Que de tal plenitude nos fizeste participantes.
Diante de nossos olhos maravilhados,
De uma vez e para sempre realizaste
Tua obra máxima.
A grande tela esticada na qual a mão do Mestre-Pintor
Executa as mais perfeitas aquarelas e os óleos mais refinados
A cada manhã, a cada entardecer.
Todos estes quadros, ó Deus, trazem a tua assinatura,
E é também assim que os homens te reconhecem,
Pois Tu os convidas, a cada dia, para um novo “vernissage”
Na galeria da terra inteira,
Onde penduras as Tuas obras no próprio firmamento!
Tu utilizas pincéis de nuvens, de atmosfera e de vento,
E corantes de sóis para compor estas obras-primas
Que se renovam perpetuamente, a cada novo dia.
Os pobres não precisam frequentar as galerias de arte,
Basta-lhes abrir a janela e contemplar a pintura restaurada
Da natureza celestial, estendida na amplidão
E emoldurada pela terra verde e castanha.
De repente, os pássaros irrompem no teu quadro,
A ele acrescentando o seu voo,
Com círculos precisamente desprovidos de sentido.
Ao teu chamado passam a fazer parte da tela celestial.
Contemplamos, oh Deus eterno, Tua mutável criação,
A renovada beleza da obra de Tuas mãos,
Com nossos corações pulsando em júbilo sob o céu.
Louvamos a Ti,
Que de tal plenitude nos fizeste participantes.
Diante de nossos olhos maravilhados,
De uma vez e para sempre realizaste
Tua obra máxima.
28.1.13
Poema Evangélico - O Caminho e as Tentações
Preparou Deus um caminho
exemplar
Para nele o cristão caminhar.
Mas o inimigo sutil plantou
ao lado
Deste caminho mil motivos de
pecado.
Não anda o cristão um metro
sem achar
Isca adornada que lhe atraia
o olhar.
Como árvores vão surgindo em
seqüência
Objetos de cobiça, ira,
concupiscência.
Por isto, oh caminhante
escolhido!
Dirige o teu olhar sempre
para o alvo,
Pois a estrada é longa e o
dia comprido.
Não te detenhas no que ao
redor hajas visto;
Para ir da estrada ao fim é que
foste salvo...
Para encontrar nos ares o
Senhor, Jesus Cristo!
Poema Evangélico - Novo Caminho
Jesus está chamando:
Sua voz ecoa sobre a terra.
Podemos ouvi-la nos altos
cumes,
Nas profundezas que o mar
encerra.
Ele preparou um caminho
Que todos podem palmilhar:
Caminho que nos leva a Deus,
Basta nele querer entrar.
Vamos pôr, então, na estrada
o pé;
Juntar-nos a multidão de
santos,
Seguir juntos na esperança e
na fé,
Para a glória de Deus
entoando cantos.
Vislumbramos ao longe, no
horizonte,
O brilho da Nova Jerusalém;
Água límpida a jorrar de sua
fonte
Para saciar a sede dos que crêem.
27.1.13
Poema Evangélico - Esperança
Penso, às vezes, que estás próximo de mim,
Que poderias responder-me. Mas, ah!
Porque não escuto a tua voz?
Porque, Senhor, este silêncio indevassável,
Minhas palavras chocando-se contra um alto muro,
E nem ao menos tenho a certeza que me escutas?
Eu sei que Tu és um Deus justo, que és único,
E tudo criaste com perfeição.
Acaso haveria algo que não poderias realizar?
Algum obstáculo intransponível para Ti,
Uma muralha alta demais, uma pedra
Demasiadamente pesada,
Ou alguma situação excessivamente complicada,
Que não a tornasses simples e resolvida?
Quem entrará no Teu santo templo, Senhor?
Quem habitará com as chamas?
Na grande congregação há júbilo e deleite,
Na comunhão dos Teus ungidos.
Fora há trevas, ranger de dentes, choro.
Ó Deus, abre para mim esta porta!
Não me recuses o Teu Santo Espírito,
Pois os meus pensamentos têm sua própria vida.
Senhor, como me amedrontam os meus pensamentos!
Tal como uma manada de búfalos que não se podem deter
Eles avançam contra a minha consciência, cercam-me,
E só de vê-los aproximando-se eu desfaleço
E perco a esperança.
Perdão, oh Deus,
Pois abandonei o meu Éden.
Não foi apenas uma vez
Que comi o fruto da árvore proibida.
(Tal conhecimento afasta-nos de Ti).
E agora, Senhor, como retornar à pureza original?
Não tenho como voltar, e nem ao menos sei como ir em frente.
Cego, só posso caminhar conduzido por Tua mão.
Que bom então seria, ó Deus, se repentinamente
Aliviasses o fardo da minha tribulação,
Se enviasses socorro inesperado.
Seria como acordar, saindo das densas trevas de um pesadelo,
Seria tal como foi para Pedro quando,
Liberto da prisão e da morte certa, um anjo conduziu-o,
Sonolento, por entre as portas do cárcere que se abriam
Sem que ninguém as tivesse tocado.
Logo, ele pôde sentir a brisa fria da noite em seu rosto,
E, num instante, a vida invadiu-lhe os sentidos.
Eu sei, Senhor, que contigo está a chave para a minha libertação.
Só Tu podes abrir as pesadas cadeias
E anular as conseqüências dos meus erros.
Pois observas cada minuto da minha luta;
Alimentas o transgressor na sua prisão.
Repentinamente, uma luz brilhou sobre Pedro,
Quando tudo ao seu redor eram trevas,
E ele caminhou na ruazinha, sob o manto da noite,
E alegrou sobremaneira o coração dos discípulos.
Poema Evangélico - Diáspora
Passaram as tardes e as noites
Em que havia risos e conversas,
E o povo reunia-se singelamente
Para cantar e louvar
Aquele que os mantinha unidos.
Por fim, cada um buscou o seu próprio interesse,
Corações e mentes errantes,
Tropeçaram e caíram.
Caíram para não mais levantarem?
Me genoito!*
Em algum lugar a história recomeça,
Mas um inimigo sonda os corações.
(vigiai e orai, pois o inimigo é astuto
e não quer o vosso bem).
*Em grego: “Tal não aconteça!” Paulo usava muito esta expressão.
Em que havia risos e conversas,
E o povo reunia-se singelamente
Para cantar e louvar
Aquele que os mantinha unidos.
Por fim, cada um buscou o seu próprio interesse,
Corações e mentes errantes,
Tropeçaram e caíram.
Caíram para não mais levantarem?
Me genoito!*
Em algum lugar a história recomeça,
Mas um inimigo sonda os corações.
(vigiai e orai, pois o inimigo é astuto
e não quer o vosso bem).
*Em grego: “Tal não aconteça!” Paulo usava muito esta expressão.
1.12.12
Poema Evangélico - Laodicéia
Ó Deus, Tua rádio, agora, toca músicas banais,
Celebrando o amor de homem e mulher!
(a oferta se adapta à demanda ou cria a demanda?)
Onde estão os hinos, os hinos de louvor?
Deus, não estás cansado
De tanta música ruim?
Tua igreja enriqueceu,
Nada lhe falta dos prazeres mundanos;
Vestiu as roupagens do Século nos Teus hinos,
E, agora, os levitas cantam com voz esganiçada,
Existencialista, enquanto
Um pianinho pop faz o fundo.
Celebrando o amor de homem e mulher!
(a oferta se adapta à demanda ou cria a demanda?)
Onde estão os hinos, os hinos de louvor?
Deus, não estás cansado
De tanta música ruim?
Tua igreja enriqueceu,
Nada lhe falta dos prazeres mundanos;
Vestiu as roupagens do Século nos Teus hinos,
E, agora, os levitas cantam com voz esganiçada,
Existencialista, enquanto
Um pianinho pop faz o fundo.
Poema Evangélico - Oração 2
Oh guia-me, Senhor,
Pois não sei como andar
Nesta escura floresta.
Se pretender conduzir-me
Sem a Tua ajuda, meus pés,
Certamente, me levarão por
Falsos caminhos,
Caminhos que conduzem
A lugar nenhum.
Porém, entrego a Ti a
direção,
Clamo a Ti, estendo-te a mão,
Aspiro Tua doce presença.
E a caminhada, que ora inicia,
Já chegou ao fim.
Poema Evangélico - Oração 1
Senhor,
esta é a minha oração.
Não
é feita com palavras audíveis,
Mas
com lápis e papel.
Como
todas as orações,
Esta
também brota do coração.
Quero,
pois, abrir-te meu ser,
Expor-te
meu íntimo segredo.
Tenho
andado agitado, por muitos dias,
Esquecido
de que permaneço em Tuas mãos
Para
o bem ou para o mal.
Às
vezes, não consigo distinguir o que sou:
Um
grão de poeira nesta Tua criação.
Porém, os Teus olhos me conhecem –
Ao insignificante.
Inclinas
o rosto
D’além
das extremidades do céu.
Teu
olhar perpassa as galáxias,
A
luz pura do Teu olhar varre o universo
E
me encontra, e me convence
Da
inutilidade das minhas preocupações.
(17/10/1994)
17.8.12
Poema Evangélico - Ao Deus dos Livramentos
(No Estilo de um Salmo)
O Senhor calou a voz dos meus inimigos, silenciou-os,
Pôs um freio em suas línguas quando zombavam de mim.
Ocultavam-se em densas trevas preparando armadilhas,
Mas o Senhor estendeu a sua mão poderosa
E eles ficaram aprisionados no seu próprio laço,
Caíram no buraco que estavam cavando para mim.
Agora alcanço compreender como sentia-se Davi
Quando entoava louvores ao Deus que livra dos perseguidores.
E, assim, também eu cantarei e louvarei a Tua misericórdia,
Pois o Senhor estabeleceu um breve tempo
Durante o qual os iníquos elevam as suas vozes
Para se vangloriarem, cheios de vento e vãs murmurações,
Até que se encham as medidas das suas iniquidades,
Como foi nos dias de Abraão, e nos dias da escravidão de Israel.
Então, Ele chamou o Seu povo, e em suas mãos colocou a espada
Para exterminar da terra os que aborreciam as suas leis.
Ó Deus, também hoje, coloca em nossas mãos a espada
Da Tua palavra, a fim de que o mal que se aninha nos corações
Seja extirpado, e os praticantes de iniquidades envergonhem-se
E calem-se, atemorizados à visão do Juiz que não esperavam.
Eis que eles avançam empurrando, blasfemando, derrubando à direita
E à esquerda, e caem, vão caindo no abismo a sua frente,
Tornados cegos pela própria maldade.
O Senhor, no tempo apropriado, responder-lhes-á;
A sua memória não permanecerá sobre a terra,
Nem haverá, na grande congregação dos justos,
Registro de suas vidas efêmeras.
Nós, porém, ouviremos a Tua voz, ó Senhor,
E louvaremos a Tua justiça
Que desde sempre nos tens concedido.
O Senhor calou a voz dos meus inimigos, silenciou-os,
Pôs um freio em suas línguas quando zombavam de mim.
Ocultavam-se em densas trevas preparando armadilhas,
Mas o Senhor estendeu a sua mão poderosa
E eles ficaram aprisionados no seu próprio laço,
Caíram no buraco que estavam cavando para mim.
Agora alcanço compreender como sentia-se Davi
Quando entoava louvores ao Deus que livra dos perseguidores.
E, assim, também eu cantarei e louvarei a Tua misericórdia,
Pois o Senhor estabeleceu um breve tempo
Durante o qual os iníquos elevam as suas vozes
Para se vangloriarem, cheios de vento e vãs murmurações,
Até que se encham as medidas das suas iniquidades,
Como foi nos dias de Abraão, e nos dias da escravidão de Israel.
Então, Ele chamou o Seu povo, e em suas mãos colocou a espada
Para exterminar da terra os que aborreciam as suas leis.
Ó Deus, também hoje, coloca em nossas mãos a espada
Da Tua palavra, a fim de que o mal que se aninha nos corações
Seja extirpado, e os praticantes de iniquidades envergonhem-se
E calem-se, atemorizados à visão do Juiz que não esperavam.
Eis que eles avançam empurrando, blasfemando, derrubando à direita
E à esquerda, e caem, vão caindo no abismo a sua frente,
Tornados cegos pela própria maldade.
O Senhor, no tempo apropriado, responder-lhes-á;
A sua memória não permanecerá sobre a terra,
Nem haverá, na grande congregação dos justos,
Registro de suas vidas efêmeras.
Nós, porém, ouviremos a Tua voz, ó Senhor,
E louvaremos a Tua justiça
Que desde sempre nos tens concedido.
11.8.12
Poemas Evangélicos
Seleção de Poemas Evangélicos
:: Antigamente - José Cassais
:: Ao Deus dos Livramentos - José Cassais
:: Convite Supremo - José Cassais
:: Diáspora - José Cassais
:: Esperança - José Cassais
:: Laodicéia - José Cassais
:: Novo Caminho - José Cassais
:: O Caminho e as Tentações - José Cassais
:: Oração 1 - José Cassais
:: Oração 2 - José Cassais
:: Paisagem Máxima - José Cassais
:: Paz na Terra - José Cassais
:: Perseverança - José Cassais
:: Presença - José Cassais
:: Provação - José Cassais
:: Súplica - José Cassais
:: Tua Palavra - José Cassais
:: Visão - José Cassais
:: Antigamente - José Cassais
:: Ao Deus dos Livramentos - José Cassais
:: Convite Supremo - José Cassais
:: Diáspora - José Cassais
:: Esperança - José Cassais
:: Laodicéia - José Cassais
:: Novo Caminho - José Cassais
:: O Caminho e as Tentações - José Cassais
:: Oração 1 - José Cassais
:: Oração 2 - José Cassais
:: Paisagem Máxima - José Cassais
:: Paz na Terra - José Cassais
:: Perseverança - José Cassais
:: Presença - José Cassais
:: Provação - José Cassais
:: Súplica - José Cassais
:: Tua Palavra - José Cassais
:: Visão - José Cassais
Poema Evangélico - Antigamente
Antigamente, eu estava parado,
inerte à beira de uma estrada
Por onde transitava o mundo num fluxo incessante
De formas desafiadoras e vagas.
De formas desafiadoras e vagas.
Foi, então, que Tu me tomaste
pela mão, ó Senhor,
E me fizeste andar no caminho verdadeiro,
Caminho que conduz, afinal, à maior e mais importante cidade.
E me fizeste andar no caminho verdadeiro,
Caminho que conduz, afinal, à maior e mais importante cidade.
Fizeste-me andar, guiaste os
meus passos,
Deste-me instrução falando aos meus ouvidos.
Deste-me instrução falando aos meus ouvidos.
Desde então, Tu tens saciado a
minha sede e alimentado a minha vida,
Ensinando-me tudo o que preciso saber.
Ensinando-me tudo o que preciso saber.
À minha frente abriste,
ainda, os teus cofres,
Expondo tesouros infinitos de incalculável valor.
Expondo tesouros infinitos de incalculável valor.
Nada me falta, Senhor, pois
Tu és o Pastor a me guiar
Aos pastos verdejantes e as águas cristalinas;
Aos pastos verdejantes e as águas cristalinas;
Nada me faltará, pois és Tu
que despertas em mim o querer,
E em mim operas, pelo teu infinito poder, o realizar.
E em mim operas, pelo teu infinito poder, o realizar.
Ensinas-me tudo o que necessito aprender – à um
estalar dos teus dedos
Logo se apresentam os meus professores, e, quando ordenas,
Imediatamente aparecem os instrumentos onde posso praticar.
Logo se apresentam os meus professores, e, quando ordenas,
Imediatamente aparecem os instrumentos onde posso praticar.
O teu desejo é fazer de mim
um homem completo,
Para que eu te sirva com a plenitude do meu ser.
Para que eu te sirva com a plenitude do meu ser.
Dou graças à tua bondade, que sempre se segue à tua misericórdia!
Elevo a minha voz para
exaltar o teu cuidado, o qual dispensas
A todos os que de ti se aproximam.
A todos os que de ti se aproximam.
Obrigado, Senhor, Tu que
despertas os que de há muito estavam mortos,
E fazes andar os que já nasceram inválidos.
E fazes andar os que já nasceram inválidos.
Só em ti há sentido e
plenitude para a vida dos homens;
Somente Tu tens a resposta para todos os nossos questionamentos.
Somente Tu tens a resposta para todos os nossos questionamentos.
Feliz é aquele que te encontra!
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