Quando uma mulher decidiu enviar a velha Bíblia da família para seu
irmão em outro estado, o carteiro lhe perguntou se havia algo quebrável no
pacote.
-
Somente os Dez Mandamentos, - respondeu ela.
Quando uma mulher decidiu enviar a velha Bíblia da família para seu
irmão em outro estado, o carteiro lhe perguntou se havia algo quebrável no
pacote.
-
Somente os Dez Mandamentos, - respondeu ela.
Você
já ouviu falar sobre o crente que tinha o hábito de ir ao hipódromo para
apostar nos cavalos? Certo dia ele estava perdendo nas suas apostas quando viu
um padre ir para a pista, andar até a linha de largada e abençoar um dos
cavalos na testa. O cavalo era um tiro no escuro, mas o cristão pensou:
"Quem sabe com a bênção do padre, certamente esse cavalo vai ganhar."
Ele, então, fez uma pequena aposta nele e, com certeza, o cavalo ficou em
primeiro lugar.
Na
corrida seguinte, o padre entrou na pista e abençoou na testa outro cavalo.
Ainda que este cavalo também era uma aposta incerta, o cristão protestante foi
um pouco mais ousado desta vez, e apostou um valor maior nele. Novamente, o
cavalo venceu.
Uma
terceira vez, o padre entrou na pista e abençoou um cavalo na testa. Como os
outros, este cavalo também era um tiro no escuro. O crente colocou uma aposta ainda
maior desta vez e, com certeza, o cavalo ganhou.
Tal
padrão continuou durante todo o dia, com a benção do padre na testa de um
cavalo desconhecido, o cristão evangélico fazendo apostas cada vez maiores, e
sempre o cavalo ficando como vencedor.
Na
última corrida do dia, o crente pensou: "Eu tenho que ir para valer, desta
vez." Com grande expectativa, viu o padre entrar na pista mais uma vez,
caminhar até a largada e abençoar a testa, olhos, orelhas e patas de um dos
cavalos. O evangélico correu para o balcão e apostou tudo o que tinha naquele
cavalo.
O
cavalo ficou na última colocação!
Quando o crente estava saindo, avistou o padre. Foi até ele, e
perguntou:
- O
que aconteceu? Durante todo o dia os cavalos que foram abençoados ganharam,
apesar de serem desconhecidos. Então, na última corrida você abençoou um
cavalo, eu apostei tudo o que tinha nele e o cavalo perdeu.
-
Esse é o problema com vocês, protestantes, - disse o padre. - Não conseguem
enxergar a diferença entre uma bênção simples e a extrema unção.
No
final dos tempos, quando todos os crentes estavam em fila esperando para
ouvirem o julgamento divino, Deus apareceu e disse:
-
Quero que todos os homens formem duas filas. Uma fila será para aqueles que
foram os verdadeiros cabeças de suas famílias. A outra será para os homens que
se deixaram liderar por suas mulheres.
A
fila de homens que foram dominados por suas mulheres era aparentemente
interminável. A fila dos que foram a verdadeira cabeça do respectivo agregado
familiar tinha apenas um homem. Deus disse, dirigindo-se a primeira fila:
-
Vocês deviam ter vergonha de si mesmos. Eu os designei para serem a cabeça de
seus lares, porém vocês foram desobedientes e não cumpriram a minha ordem. De
todos vocês, só há um homem que obedeceu. Aprendam com ele.
Então, Deus virou-se para o homem solitário e perguntou:
-
Conte-nos como você chegou a estar nesta fila?
O
homem respondeu:
-
Minha mulher me disse para ficar aqui.
Um
professor da escola dominical estava discutindo os Dez Mandamentos com seus
pupilos de cinco e seis anos de idade. Depois de explicar o mandamento
"Honra a teu pai e a tua mãe", ele perguntou:
-
Existe um mandamento que nos ensine como tratar os nossos irmãos e irmãs?
Sem
perder uma piscada um menino (o mais velho de uma família) respondeu:
-
Não matarás!
Um
homem estava dirigindo por uma estrada deserta ao entardecer e seu carro
estragou próximo a um mosteiro. Ele foi até lá, bateu na porta e falou para o
monge que o atendeu:
-
Meu carro quebrou. Será que eu poderia passar a noite aqui no mosteiro?
Os
monges graciosamente o acolheram, serviram-lhe o jantar e até consertaram o seu
carro. Mais tarde, à medida em que o homem tentava adormecer escutava um
barulho muito estranho. Na manhã seguinte ele perguntou aos monges que som era
aquele, contudo, eles somente responderam:
-
Nós não podemos dizer. Você não é um monge.
O homem
ficou muito decepcionado, mas agradecido, e seguiu satisfeito o seu caminho.
Alguns anos depois, aquele homem teve o carro estragado novamente na
frente do mesmo mosteiro. Os monges o acolheram, alimentaram-no e consertam seu
carro, como da primeira vez. Naquela noite, ele ouviu o mesmo ruído estranho
que tinha ouvido anos antes. Na manhã seguinte, perguntou o que era aquilo, mas
os monges responderam como da outra vez:
-
Não podemos dizer. Você não é monge.
Então, o homem disse:
-
Tudo bem, tudo bem. Estou morrendo de vontade de saber. Se a única maneira que
existe a fim de que possa descobrir o que era aquele som é me tornar um monge,
digam-me: como posso me tornar um monge?
Os
monges responderam-lhe:
-
Você deve percorrer a terra e dizer-nos, depois, quantas folhas de grama
existem nela, e o número exato de grãos de areia. Quando encontrar esses
números irá se tornar um monge.
O
homem se atirou à sua tarefa, de corpo e alma. Quarenta e cinco anos depois ele
voltou e bateu na porta do mosteiro. E disse para os monges:
- Eu
percorri a terra e encontrei o que vocês pediram. Existem 145.236.284.232.897
folhas de grama, e 231.281.219.999.129.382 grãos de areia sobre a terra.
Os
monges lhe responderam:
-
Parabéns! Você agora é um monge. Vamos, portanto, mostrar-lhe o caminho para o
som.
Os
monges, então, levaram o homem à uma porta de madeira, e o superior do mosteiro
lhe disse:
- O
som está bem atrás desta porta.
O
homem alcançou a maçaneta, mas a porta estava trancada. Ele disse:
-
Realmente, engraçado. Posso ter a chave?
Os
monges lhe deram a chave e ele abriu a porta. Atrás da porta de madeira havia
uma outra porta, de pedra. O homem procurou a chave da porta de pedra. Os
monges lhe deram a chave e ele abriu a porta só para encontrar uma outra porta,
feita de rubi. Ele pediu uma outra chave aos monges, que lhe entregaram. Atrás
dessa porta havia uma outra porta, feita de safira. E assim foi, até que o
homem tinha passado através de portas de esmeralda, ametista, topázio, prata...
Por
fim, os monges lhe disseram:
-
Esta é a última chave para a última porta.
O
homem ficou extremamente aliviado. Ele abriu a porta, girando a maçaneta, e
atrás dessa porta ele foi surpreendido ao encontrar a fonte daquele som
estranho.
Mas
eu não posso lhe contar o que era, porque você não é um monge.

Existia um velho pastor, muito incomodado com as pessoas em sua igreja
que estavam sempre confessando terem caído em adultério. Certo domingo, estando
no púlpito, ele disse:
- Se
escutar alguém mais confessar que adulterou eu me demito desta igreja!
Como
todos gostavam muito dele combinaram de usar um código quando quisessem falar
do assunto. Qualquer um que tivesse cometido adultério iria dizer que havia
"caído". Isto pareceu satisfazer o velho pastor e as coisas andaram
bem, até que ele veio a falecer. Uma semana depois após o novo pastor haver
chegado, ele foi visitar o prefeito da cidade e parecia muito consternado. O
pastor disse:
-
Você tem que fazer alguma coisa a respeito das calçadas desta cidade. Quando as
pessoas vêm falar comigo estão sempre mencionando o fato de "haverem
caído".
O
prefeito começou a rir, percebendo que ninguém havia esclarecido o novo pastor
a respeito do significado que tinha entre eles a palavra "cair".
Antes que o prefeito pudesse explicar qualquer coisa o pastor apontou um dedo
acusador para ele e disse:
-
Não sei do que você está rindo! Sua própria esposa caiu três vezes, só nesta
semana!