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18.1.13

Parábola de Dois Reinos - Capítulo 7

Dirigiram-se logo para a cidade onde o velho homem sábio se encontrava, e ele se sentiu grandemente confortado e feliz por reencontrar seu amado filho, são e salvo. Naquele mesmo dia todos, de comum acordo, elegeram-no, ao velho homem, rei sobre si mesmos e sobre aquele país que haviam conquistado, bem como sobre sua própria nação. Seu filho foi colocado na posição de primeiro-ministro, o que lhe conferia poderes absolutos para governar a terra como bem quisesse.

Ordenou então o rei que, durante vários dias, se mantivesse uma festa de comemoração em todo o país vizinho, para cuja realização destinou uma considerável parte de sua fortuna pessoal. E aquela foi uma festa magnífica, tal qual jamais havia acontecido em qualquer outro lugar ou época, nem jamais haverá! Milhares e milhares de bois, ovelhas e aves foram abatidas, frutas exóticas e saborosíssimas foram trazidas de distantes países em grandes quantidades, e havia vinho finíssimo em abundância, como um rio a jorrar. Mandaram trazer de todas as terras os mais talentosos músicos para alegrá-los enquanto durasse a comemoração.

E, enquanto celebravam aquela festa suntuosa, como nunca houve igual nem jamais haverá enquanto houver sol e lua, os naturais do país que havia sido conquistado serviam-nos às mesas, abanavam-nos à sombra dos dosséis montados ao ar livre e carregavam-nos em liteiras adornadas, para onde quisessem ir.

Tal situação perdura até os dias de hoje naqueles dois reinos, com os habitantes originais da terra a servirem seus conquistadores, e estes a viverem regaladamente, sob a direção do velho homem sábio e de seu filho amado. Tudo, na verdade, que lhes havia sido exigido para que fossem merecedores de tão grandes dádivas, foi que cressem em sua palavra!

José Cassais

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